<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog &#8211; Engevil Piscinas</title>
	<atom:link href="https://www.engevilpiscinas.com.br/category/blog/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.engevilpiscinas.com.br</link>
	<description>Piscinas em Concreto Armado e Alvenaria Estrutural</description>
	<lastBuildDate>Wed, 13 Jan 2016 17:50:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.6.2</generator>
	<item>
		<title>Conheça a Typhoon Lagoon em Orlando</title>
		<link>https://www.engevilpiscinas.com.br/conheca-typhoon-lagoon-em-orlando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin-engevil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Orlando]]></category>
		<category><![CDATA[Typhoon Lagoon]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.engevilpiscinas.com.br/conheca-typhoon-lagoon-em-orlando/</guid>

					<description><![CDATA[Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed interdum eros eget enim fringilla non dapibus ipsum suscipit. Maecenas congue ornare tellus, ut dapibus elit lacinia non. Praesent quis nunc ac velit pharetra pharetra in et lacus. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed interdum eros eget enim fringilla non dapibus ipsum suscipit. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed interdum eros eget enim fringilla non dapibus ipsum suscipit. Maecenas congue ornare tellus, ut dapibus elit lacinia non. Praesent quis nunc ac velit pharetra pharetra in et lacus. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed interdum eros eget enim fringilla non dapibus ipsum suscipit. Maecenas congue ornare tellus, ut dapibus elit lacinia non. Praesent quis nunc ac velit pharetra pharetra in et lacus. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed interdum eros eget enim fringilla non dapibus ipsum suscipit. Maecenas congue ornare tellus, ut dapibus elit lacinia non.</p>
<p>Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed interdum eros eget enim fringilla non dapibus ipsum suscipit. Maecenas congue ornare tellus, ut dapibus elit lacinia non. Praesent quis nunc ac velit pharetra pharetra in et lacus. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed interdum eros eget enim fringilla non dapibus ipsum suscipit. Maecenas congue ornare tellus, ut dapibus elit lacinia non. Praesent quis nunc ac velit pharetra pharetra in et lacus. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed interdum eros eget enim fringilla non dapibus ipsum suscipit. Maecenas congue ornare tellus, ut dapibus elit lacinia non</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vazamentos em piscinas parte I</title>
		<link>https://www.engevilpiscinas.com.br/vazamentos-em-piscinas-parte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin-engevil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2015 20:47:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.engevilpiscinas.com.br/?p=1959</guid>

					<description><![CDATA[O vazamento é a saída da água da piscina ou de seu sistema hidráulico para o terreno adjacente. Além de ser responsável por uma elevada perda de água, produtos químicos e eventualmente calor, fatores estes causadores de uma elevada despesa desnecessária, ainda pode provocar uma série de danos à estrutura da piscina, expandir o solo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O vazamento é a saída da água da piscina ou de seu sistema hidráulico para o terreno adjacente. Além de ser responsável por uma elevada perda de água, produtos químicos e eventualmente calor, fatores estes causadores de uma elevada despesa desnecessária, ainda pode provocar uma série de danos à estrutura da piscina, expandir o solo que, saturado de água pode causar a movimentação do deck, provocar a flutuação da piscina quando a mesma for esvaziada, além de outros problemas como, por exemplo: a água proveniente do vazamento indo para os terrenos dos vizinhos.</p>
<p>1- Tipos de vazamento</p>
<p>O vazamento pode ser pontual ou difuso. Pontual é aquele que mais nos interessa devido a grande quantidade de água perdida num curto espaço de tempo. São exemplos: os furos ou trincas nas<br />
tubulações quando o aterro sofre movimentação ou devido a ação de elementos cortantes numa bolsa de vinil ocasionando um furo, uma solda frouxa, uma peça mal fixada ou uma fissura em piscina de concreto.</p>
<p>O vazamento difuso deve-se a uma porosidade acidental como um concreto mal confeccionado, um vinil velho ou apresentando defeito. Sendo um fenômeno menos frequente a perda de água é menor e raramente vai haver problemas, mas a longo termo pode desestabilizar a estrutura da piscina ou ocasionar fissuras maiores quando o terreno é argiloso.</p>
<p>2- Perdas</p>
<p>Uma piscina de 100m² de área com seu nível abaixando um centímetro por dia, tem um vazamento de 1m³ por dia, que representa uma perda anual de 365m³ por ano, correspondendo a uma despesa extra de aproximadamente R$ 2.000,00 por ano. Por isso sua detecção e correção são fundamentais. Exemplificando: uma piscina com<br />
dimensões de 5x10m que perde 2cm de água por dia tem a seguinte perda anual: 5x10x0,02=1m³ ou 365m³ por ano.<br />
Uma piscina com dimensões de 6x12m que perde 4cm em dois dias perde neste<br />
período: 6x12x0,04= 2,88m³<br />
2,88/48=0,06m³/h ou 60l/h.</p>
<p>3- Etapas para solucionar o problema de vazamento</p>
<p>São quatro as etapas para solucionar o problema do vazamento, ou seja, comprovação, macro localização, micro localização e conserto</p>
<p>4- Comprovação do vazamento</p>
<p>A efetiva constatação do vazamento, muitas vezes é facilmente comprovada pelo grande abaixamento do nível de água da piscina num curto período de tempo, mas que pode muitas vezes ser<br />
de difícil constatação quando de umpequeno vazamento que pode ser imperceptível ou que pode ser confundido com uma elevada taxa de evaporação, aliada a um baixo índice pluviométrico no caso de piscinas ao ar livre.</p>
<p>Evaporação alta seguida de baixa precipitação de chuva podem induzir muitos proprietários de piscinas a acreditar que suas piscinas estão vazando. O Centro de Ensino e Pesquisa em Agricultura da Universidade de Campinas obteve dados no período de 22 de junho a 22 de Setembro de 1999 referentes a 79 dias sem nenhuma precipitação (na área de Campinas), fato este que levou muitos proprietários a pensar que suas piscinas estavam vazando. Os índices de medidas em centímetros nessa área no mesmo ano foram em Julho: 15cm (3,3cm/semana), em Agosto: 18cm (4cm/semana), em Setembro: 19cm (4,2cm/semana) e Outubro: 17cm (3,8cm/semana). No estado americano do Arizona, em determinadas épocas do ano, devido a um clima muito seco, tem sido registrado nestas épocas decréscimo no nível da água de até 7cm por semana.</p>
<p>Nestas condições, uma das maneiras de se saber se há vazamento é deixar a piscina descoberta e com os equipamentos ligados num período sem atividade (geralmente num fim de semana) e fazer nela a marcação do nível da água. Num balde com água colocado num suporte dentro da piscina de tal maneira que deve-se fazer também a marcação do nível da água no balde e tanto o nível da água na piscina e do balde estejam nivelados. Se após dois dias os dois níveis baixarem por igual, pode-se afirmar que não há vazamento. No caso do nível da água da piscina baixar mais do que o nível da água do balde, há vazamento, que será tanto maior quanto maior for a dife-rença entre os dois níveis.</p>
<p>Fato interessante é narrado pelo senhor Choiti Inoue no boletim técnico da ANAPP: “Um lojista recebia reclamações de vazamento. Viajou várias vezes muitos quilômetros, sempre percebendo que a piscina estava vazando. Após várias visitas verificou que a caseira usava a água da piscina para lavar o quintal”.<br />
Nos Estados Unidos micrômetros altamente sensíveis (um milésimo de polegada) podem medir variações de altura do nível de água e assim comprovando se há ou não o vazamento.</p>
<p>Constatado o vazamento, passa-se para a próxima etapa, que é a localização do vazamento, operação essa que pode variar de muito fácil a extremamente difícil.</p>
<p>5- Macro localização do vazamento</p>
<p>Para efeito prático vamos dividir os possíveis lugares de vazamento em três principais conjuntos, ou seja: a estrutura (carcaça) e seus dispositivos, como coa-deiras, ralos de fundo, bocais de retorno e aspiração, nichos de iluminação subaquática e outros menos comuns, que nada mais são do que o elo de ligação entre a tubulação hidráulica e a carcaça. Por último a tubulação hidráulica, que consiste nas tubulações de sucção e de retorno.</p>
<p>6- Micro localização do vazamento</p>
<p>Uma vez localizado em qual conjunto está ocorrendo o vazamento, a micro localização consiste em localizar exatamente em qual ou quais pontos deste conjunto está ocorrendo o vazamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <i>Eng. Nilson Maierá</i><br />
<i>Autor do livro “Piscinas Litro a Litro” – Formado pela USP – Fundador da Academia Raia 4 Piscinas</i></p>
<p><i>Site: http://revistapiscinaseafins.com.br/blog/?p=643</i></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cuidados na hora de manusear e armazenar o cloro</title>
		<link>https://www.engevilpiscinas.com.br/cuidados-na-hora-de-manusear-e-armazenar-o-cloro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin-engevil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2015 20:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.engevilpiscinas.com.br/?p=1956</guid>

					<description><![CDATA[O cloro é um produto químico que se não for manuseado e armazenado com cuidado pode causar sérios problemas de saúde e graves acidentes. Separamos algumas dicas importantes que vão garantir a segurança de quem mexe com os produtos e de todos os ocupantes da casa. 1. Leia atentamente todas as informações do rótulo e siga [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cloro é um produto químico que se não for manuseado e armazenado com cuidado pode causar sérios problemas de saúde e graves acidentes.<span id="more-1956"></span></p>
<p>Separamos algumas dicas importantes que vão garantir a segurança de quem mexe com os produtos e de todos os ocupantes da casa.</p>
<p><b>1.</b> Leia atentamente todas as informações do rótulo e siga à risca todas as orientações;</p>
<p><b>2.</b> Nunca misture o cloro com qualquer outro produto químico. Eles podem reagir, danificando materiais como tubos, dosadores, a bomba, filtros e outros equipamentos, além da possibilidade de causar acidentes</p>
<p><b>3.</b> Mantenha a casa de máquinas ou o local onde são armazenados os produtos e equipamentos referentes à manutenção da piscina trancado e longe do alcance das crianças;</p>
<p><b>4.</b> O cloro, especificamente, deve ser guardado em local arejado e protegido do sol, pois a mistura de produtos químicos envolvendo cloro e condições externas como umidade e temperatura, podem causar explosões.</p>
<p><b>5.</b> Na hora de manusear o cloro, utilize luvas.</p>
<p>Por fim, é importante que o dono da piscina não deixe quem não entende da manutenção mexer nos produtos e equipamentos. Quem entende sabe o que faz!</p>
<p>Até mais!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>http://www.anapp.org.br/blog/cuidados-na-hora-de-manusear-e-armazenar-o-cloro/</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Piscina Verde – Algas</title>
		<link>https://www.engevilpiscinas.com.br/piscina-verde-algas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin-engevil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2015 20:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.engevilpiscinas.com.br/?p=1953</guid>

					<description><![CDATA[Piscina Verde – Algas &#160; São vegetais unicelulares e, como todo vegetal, necessitam de luz e nutrientes para viver. Possuem um pigmento de coloração verde chamado clorofila que, na presença de luz, transforma dióxido de carbono e água em carboidratos, eliminando oxigênio. É um dos organismos vivos mais encontrados no planeta. Como chegam às piscinas? [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Piscina Verde – Algas</h1>
<p>&nbsp;</p>
<p>São vegetais unicelulares e, como todo vegetal, necessitam de luz e nutrientes para viver. Possuem um pigmento de coloração verde chamado clorofila que, na presença de luz, transforma dióxido de carbono e água em carboidratos, eliminando oxigênio. É um dos organismos vivos mais encontrados no planeta.<span id="more-1953"></span><br />
<b>Como chegam às piscinas?</b></p>
<ul>
<li>pelo vento</li>
<li>pela chuva</li>
<li>trazida por insetos</li>
<li>pela água que as preenche etc.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>As algas crescem melhor nas seguintes condições:</b></p>
<ul>
<li>na presença de água quente</li>
<li>na presença de luz solar</li>
<li>na presença de dióxido de carbono</li>
<li>na ausência de sanitizante</li>
<li>na presença de sais minerais, principalmente fosfatos</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em condições favoráveis, uma grande variedade de algas e de diferentes tipos se desenvolverá. Material orgânico parece não ter influência considerável e a maoria das algas se desenvolve melhor no verão do que no inverno, devido à maior incidência de luz solar e à maior temperatura da água em dias mais quentes.</p>
<p><b>Apesar de não serem nocivas à saúde humana, apresentam os seguintes inconvenientes com relação às piscinas:</b></p>
<ul>
<li>tornam a superfície das piscinas e os pisos adjacentes escorregadios</li>
<li>turvam a água, dando-lhe um aspecto desagradável</li>
<li>a prática da natação se torna perigosa, pois pode-se não enxergar o fundo da piscina</li>
<li>ajudam na proliferação de micro organismos</li>
<li>aumentam o consumo de produtos químicos</li>
<li>imprimem odor e sabor à água</li>
<li>aumentam a frequência de retro lavagem do filtro</li>
<li>retardam a ação dos desinfetantes</li>
<li>causam problemas de odor quando reagem com o cloro</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Tipos principais<br />
</b>As empresas envolvidas no tratamento de água de piscinas, por motivos práticos, fazem uma classificação das algas de uma maneira diferente da comunidade científica. São elas:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Não aderentes –</b> algas flutuantes de coloração verde que podem também se desenvolver nas paredes das piscinas. Neste caso, elas se comportam como aderentes. Em condições favoráveis, podem cobrir a superfície da piscina em questão de horas.</p>
<p><b>Aderentes –</b> Como o próprio nome indica, elas aderem às paredes e ao piso da piscina. Ficam impedidas nelas mesmo dentro dos poros e fendas no concreto ou no rejunte e, portanto, são do tipo mais persistente. Existem dois tipos principais:</p>
<ul>
<li>algas de coloração mostarda, às vezes amarela ou marrom, que aparecem geralmente na parte sombreada da piscina e em áreas com pouca circulação de água</li>
<li>algas de coloração preta, ou às vezes azul-esverdeada, que aderem firmemente à superfície da piscina</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Fosfatos –</b> o aparecimento de algas é favorecido pelos relativamente altos níveis de fosfato, que é uma fonte primária de nutrição. A remoção de fosfatos é um elemento-chave na eliminação de algas.<br />
O nível máximo de fosfatos, para que não haja o aparecimento de algas é de 125 ppb (partes por bilhão). Elas começam a se desenvolver entre 200 e 500 ppb, e em valores próximos de 1000 ppb (1ppm) algas resistentes começam a aparecer. Existem vários kits de testes no mercado americano que medem o teor de fosfato em ppb.<br />
Existem vários produtos que removem fosfatos, mas para concentrações altas deve-se drenar a piscina.</p>
<p><b>Fontes de fosfatos &#8211;</b></p>
<ul>
<li>dejetos de solos e plantas</li>
<li>sabões e detergentes</li>
<li>fertilizantes</li>
<li>chuva</li>
<li>alguns produtos químicos usados em piscinas</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Algicida e algistático –</b> a diferença entre eles é que o algicida mata as algas e o algistático inibe o crescimento das algas</p>
<p><b>Tipos de algicida – </b>a melhor maneira de se evitar o surgimento de algas é manter o teor de sanitizante dentro dos padrões, impedindo sua proliferação, promover uma filtração adequada e realizar todos os procedimentos de manutenção da água da piscina. Somente em casos muito excepcionais, as algas se desenvolvem havendo a adequada concentração de sanitizante e a correta manutenção da piscina. Caso elas se desenvolvam, o uso de um algicida pode ser útil. Conheça os algicidas mais comuns:<br />
<b>Sulfato de cobre –</b> algicidas à base de sulfato de cobre são efetivos contra todos os tipos de algas. Apresentam o inconveniente do cobre, que quando em concentrações superiores a 0,5 ppm pode ocasionar manchas na piscina. Quando a super cloração é feita para a eliminação de algas, deve-se jogar o sulfato de cobre depois de 24 horas, porque o cloro, reagindo com o sulfato de cobre presente no algicida na forma de sais de cobre. Alguns fabricantes podem fornecer este algicida na forma de quelatos, cuja utilização reduz o risco de manchas na piscina.</p>
<p><b>Tricloro – </b>Além de sanitizantes, é um potente algicida, principalmente para algas de coloração preta que têm suas colônias em forma de mancha. Não deve ser usado em piscinas vinílicas ou de fibra de vidro, porque ataca o acabamento.</p>
<p><b>Quaternários – </b>Possuem eficiência razoável para algas verdes no estágio inicial de desenvolvimento. São sais quartanários de amônio cujas concentrações são da ordem de 5 a 10%. São surfantes de baixo preço e podem produzir espuma na água. Agem mais como algistático e diminuem a tensão superficial da água adjacente à membrana externa da alga, facilitando a ação do cloro.</p>
<p><b>Poliquaternários – </b>são polímeros de sais quartenários de amônio, comercializados nas concentrações entre 25 e 60%. Mais caros que os quaternários, são eficazes para todos os tipos de alga, principalmente para as do tipo verde e mostarda. Possuem cargas elétricas positivas, por isso são atraídos pelas algas, que possuem cargas elétricas negativas. Assim, matam as algas. Na dosagem deste algicída, deve-se levar em conta a perda que ocorre devido à atração das partículas carregas negativamente, não somente as algas, e que estão no interior da piscina.</p>
<p><b>Eliminação de algas verdes – é difícil dar uma orientação que elimine completamente as algas verdes de uma piscina, pois os procedimentos variam de acordo com o tipo de alga, a intensidade da proliferação, os lugares em que elas se encontram, o tempo de sua presença na piscina etc. Mas existe uma série de operações, que, se realizadas numa determinada ordem, podem facilitar a irradiação das algas. As operações são as seguintes:</b></p>
<ul>
<li>ajustar o pH (entre 7,2 e 7,6)</li>
<li>fazer uma supercloração, de preferência à noite, quando não corre perda de cloro pelos raios ultravioleta e não há a presença de banhistas. A quantidade de cloro adicionada à piscina deve ser calculada a fim de se obter um teor de cloro livre entre 10 e 20 ppm.</li>
<li>colocar o filtro em funcionamento (na posição filtrar). Se a bomba possuir “timer”, desligá-lo para que o filtro permaneça ligado pelo menos por 24 horas. Alguns especialistas preferem ligar o filtro permaneça ligado pelo menos por 24 horas. Alguns especialistas preferem ligar o filtro assim que o teor de cloro volta a 3ppm, para evitar que esse mesmo teor tenha um efeito adverso nos equipamentos. Neste caso, o tratamento das algas que se encontram no filtro e nas tubulações fica comprometido.</li>
<li>se houver algas aderidas às paredes e ao fundo, além de proceder à filtração, devem-se esfregar vigorosamente as paredes e o fundo da piscina com escovões de cerdas de náilon (para piscinas de vinil ou de fibra de vidro), ou de cerdas de aço inoxidável (para piscinas de acabamento vitrificado)</li>
<li>durante a filtração, observar o manômetro do filtro; se indicar aumento de pressão significa que as algas mortas estão sendo retidas pelo filtro. Retrolavar e filtrar novamente</li>
<li>quando a quantidade de algas mortas no fundo da piscina for grande, a remoção deverá ser feita por aspiração, com o filtro na posição drenar</li>
<li>se necessário, adicionar algicidas poliquaternários ou à base de sulfato de cobre, sendo que, com relação a este último, deve-se ter cuidado com a quantidade, para evitar manchas nas paredes ou a reação com o cloro da piscina, quando seu teor estiver alto.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Eliminação de algas mostarda </b>–<b> </b>além do tratamento descrito para algas verdes, inclusive quanto à escovação, a água deve ser tratada com algicidas do tipo poliquaternários ou à base de sulfato de cobre, observando-se as instruções da embalagem do produto. Após o tratamento, as algas poderão continuar a se desenvolver nas paredes, sendo necessário repetir a operação, para que a remoção seja completa.</p>
<p><b>Eliminação de algas pretas </b>– são as mais difíceis de serem removidas dos pisos e das paredes. Além de utilizar o procedimento anteriormente descrito para algas verdes, deve-se colocar, próximo às colônias de algas, um saco de pano contendo pastilhas ou tabletes de tri-cloro (no caso de piscinas azulejadas), ou sacos de pano embebidos em algicida de sais de cobre ou polímeros de sais quaternário de amônio (em todos os tipos de piscinas). Esta operação deverá ser repetida várias vezes<b>. </b>Quando a alga está no piso, podem-se introduzir o tricloro (para piscinas azulejadas)ou sulfato de cobre (para piscinas vinílicas ou de fibra de vidro), sobre a colônia de algas, utilizando-se um tubo de 60mm de diâmetro.<br />
Se nenhum dos procedimentos anteriores eliminar as algas, deve-se, como último recurso, esvaziar e escovar toda a piscina, de preferência com uma solução ácida. Esta operação deve ser realizada por empresas especialistas.</p>
<p><b>            </b></p>
<p><b>Este artigo foi retirado do livro Piscinas Litro a Litro, de Nilson Maierá. O engenheiro químico formado  pela Universidade Politécnica da  Universidade de São Paulo – USP. Maierá está há pelo menos 30 anos no mercado de piscinas e é fundador da academia Raia 4 piscinas.</b></p>
<p><b> </b></p>
<p>Site: http://www.anapp.org.br/boletim/algas/</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cloro livre e combinado – Sua Piscina mais Saudável.</title>
		<link>https://www.engevilpiscinas.com.br/cloro-livre-e-combinado-sua-piscina-mais-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin-engevil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2015 20:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.engevilpiscinas.com.br/?p=1950</guid>

					<description><![CDATA[Fazendo uma comparação com o colesterol, existe o cloro bom denominado de cloro livre e o cloro ruim denominado cloro combinado – cujo sinônimo é cloramina. O primeiro (cloro livre), além de ter o excelente poder desinfetante, não tem odor desagradável e também não é prejudicial aos olhos, mucosas e pele. O segundo (cloro combinado), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fazendo uma comparação com o colesterol, existe o cloro bom denominado de cloro livre e o cloro ruim denominado cloro combinado – cujo sinônimo é cloramina. O primeiro (cloro livre), além de ter o excelente poder desinfetante, não tem odor desagradável e também não é prejudicial aos olhos, mucosas e pele. O segundo (cloro combinado), além de ter seu poder desinfetante extremamente pequeno, tem péssimo odor (muitos chamam de odor de cloro) e é prejudicial aos olhos, mucosas e pele.<span id="more-1950"></span></p>
<p>Tendo em vista o que foi exposto acima, medir o cloro livre e o combinado passa a ser muito importante. As leis e as normas referentes a cloro livre e combinado referem-se a pequenos valores, assim como intervalos pequenos e principalmente para o cloro combinado fato este que tornam as medições de cloro tanto livre como combinado muito importantes.</p>
<p>Exemplificando; a ABNT estipula para o cloro livre o intervalo de 0,8 a 3,0 ppm. Para os americanos, o máximo permitido de cloro combinado de 0,2 ppm. Não existem no momento leis ou normas brasileiras para cloro combinado. O cloro total é a soma de cloro livre e cloro combinado. Também lembramos que mesmo os desinfetantes alternativos necessitam de uma pequena quantidade de cloro na água da piscina, o que torna necessária a medição de cloro nestes valores baixos.</p>
<p>As medições de cloro livre são feitas diretamente de diversas maneiras e as de cloro combinado diretamente, mas também indiretamente pela diferença entre cloro total e cloro combinado. As medições das concentrações de cloro livre e combinado são feitas por comparação colorimétrica, por titulação ou fita de testes.</p>
<p>As medições colorimétricas podem ser feitas por reagentes líquidos ou sólidos (pastilhas), por fitas de testes ou por aparelhos denominados de fotômetros. Os dois primeiros dependem da precisão de cores do operador de teste e da luz de fundo contra o qual é colocado a solução de teste o as medições pelo fotômetro independem do responsável pelos testes e da luz de fundo, sendo, portanto suas medições mais precisas e mais confiáveis São aparelhos relativamente caros e usados principalmente nas piscinas de grande porte. É conveniente lembrar que mesmo as pessoas consideradas não daltônicas enxergam as cores ligeiramente diferentes e os daltônicos em grande maioria não distinguem o verde do vermelho e os daltônicos do sexo masculino representam 8% da população.</p>
<p>No Brasil, país onde há pelo menos 2 milhões de piscinas – o segundo colocado em número de piscinas no mundo – as medições de cloro são feitas por reagentes líquidos e recentemente por fitas de teste. Fitas de teste normalmente medem de uma única vez, pH, cloro livre, alcalinidade total e teor de ácido cianúrico. Infelizmente não medem cloro total(pelo menos no Brasil) ou diretamente cloro combinado, portanto deixam a desejar neste aspecto. Além do mais, sua medição de cloro livre tem pouca precisão e baixa resolução (temos que estimar a cor entre duas outras cores).</p>
<p>Uma maneira tradicional de medir cloro no Brasil é pelo sistema colorimétrico de reagentes líquido pelo reagente OTO (ortotolidina). Este método é barato, mas infelizmente proibido em muitos países por ser comprovadamente cancerígeno, além de ser muito prejudicial à pele e aos olhos. Além do mais, mede apenas o cloro total que é a soma de cloro livre e cloro combinado.<br />
As empresas brasileiras que comercializam cloro no Brasil não estão dando conta do quanto é importante medir corretamente o cloro livre e o cloro combinado, além de usarem produtos nocivos aos seres humanos. Para medir o cloro livre e o cloro total, os países desenvolvidos adotaram o reagente DPD ( Diethyl-p-Phenilene Diamine). É mais caro, porém de maior precisão e medem cloro livre e cloro combinado (diferentemente do reagente ortotolidina que mede apenas o cloro total).</p>
<p>Com o reagente DPD, pode-se medir colorimétricamente o cloro livre e o cloro total e por diferença o cloro combinado. Outra maneira de se medir cloro livre e cloro combinado e pelo método DPD-FAZ.(Diethyl-p-Phenilene Diamine—Ferrous Ammonium Sulfate) É uma medição por titulação, mas a medição é feita quando a cor rosa passa para incolor, o que dá maior precisão nos testes. Inclusive é ideal para pessoas com deficiência em determinar cores. Neste método mede-se diretamente o cloro livre e o combinado. Uma gota do reagente pode indicar 0,1, 0,2 e 0,5 ppm quer de cloro livre, quer de cloro combinado.</p>
<p>No XXVII Congresso Interamericano de Engenharia Sanitária e Ambiental o trabalho apresentado sob o título XI-019-“Avaliação de dois métodos concorrentes usado na determinação de cloro na água tratada”, realizados pelos engenheiros da CORSAN (Companhia Riograndense de Saneamento), engenheiros químicos Ricardo Noll, Ivan Lautert Oliveira e Joelson Pescador. Nestes testes, são comparados os resultados de medições de cloro residual pelo métodos DPD e OTO, medidos contra soluções padrões preparadas em laboratório. Como conclusão eles observaram que as medições pelo método DPD estão muito próximas do padrão. Nos testes pelo método OTO suas medições apresentavam resultados de 25 a 45% menores do que os padrões.</p>
<p>Finalizando, o maior custo do reagente DPD em relação ao reagente OTO é desprezível se considerarmos o uso muito pequeno do reagente DPD em relação ao consumo de cloro e demais produtos químicos necessários ao tratamento de uma piscina e ainda as maiores vantagens de medir cloro livre e combinado com precisão e ainda sem efeito nocivo à saúde. Este artigo é um forte recado para os fabricantes e distribuidores de cloro para passarem urgentemente a comercializar kits de testes de cloro pelo método DPD para medir cloro livre colorimétricamente e ainda melhor se comercializarem os kits de testes para medir cloro livre e combinado pelo método DPD-FAZ.</p>
<p><b>Nilson Maierá</b> é formado em engenharia química pela Universidade Politécnica da Universidade de São Paulo – USP. Maierá está há pelo menos 30 anos no mercado de piscinas e é fundador da academia Raia 4 piscinas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Fonte: Engenheiro químico Nilson Maierá</b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>http://www.anapp.org.br/boletim/cloro-livre-e-combinado/</b></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Métodos e limitações dos testes rotineiros de água</title>
		<link>https://www.engevilpiscinas.com.br/metodos-e-limitacoes-dos-testes-rotineiros-de-agua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin-engevil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2015 20:01:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.engevilpiscinas.com.br/?p=1947</guid>

					<description><![CDATA[Resultados de testes podem nem sempre mostrar a realidade. Para obter exatidão, siga estas simples etapas. Testes são fundamentais para identificar antecipadamente problemas em piscinas. Vejamos diferentes métodos que podem ser utilizados para analisar a água de piscinas e hidromassagens e os prós e contras de cada um. Testes com fita Um dos métodos mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><i>Resultados de testes podem nem sempre mostrar a realidade. Para obter exatidão, siga estas simples etapas.</i></p>
<p>Testes são fundamentais para identificar antecipadamente problemas em piscinas. Vejamos diferentes métodos que podem ser utilizados para analisar a água de piscinas e hidromassagens e os prós e contras de cada um.<span id="more-1947"></span></p>
<p><b>Testes com fita</b></p>
<p>Um dos métodos mais fáceis para analisar a água é o teste com fita “mergulhar e ler”. Para uma rápida verificação química da água de uma piscina ou hidromassagem são indicadas as fitas de teste. Blocos de teste na fita são quimicamente tratados com um reagente que reage com os componentes da água. Uma vez que os blocos da fita mudam de cor, eles podem ser comparados com os padrões de cor para determinar se são necessários testes adicionais. As fitas são uma boa forma de obter uma análise geral do estado químico da piscina, pois avaliam a maioria de seus parâmetros. No entanto, algumas limitações deste método incluem o fato de essas fitas serem altamente afetadas por condições de iluminação, pela percepção de quem realiza o teste e pelos limites de padrões de cor oferecidos para comparação. Devido a essas influências, é possível não se obter os mesmos resultados em uma série de testes.</p>
<p>Uma evolução das fitas de teste “mergulhar e ler” é o leitor digital de fita. O leitor digital compara digitalmente a amostra de cor com o padrão, ou relaciona a cor a uma concentração usando diversas equações matemáticas. Como as condições de iluminação e as considerações pessoais não são mais um fator de limitação, o leitor digital é considerado mais preciso do que as fitas comuns. Porém, a tecnologia das fitas de teste, de forma geral, possui algumas limitações que afetam a exatidão da análise da água.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Medição de cloro livre</b></p>
<p>Além do teste com fita, que pode analisar a maioria dos componentes químicos da piscina de uma só vez, existem outras opções disponíveis. Vejamos cada parâmetro individualmente.</p>
<p>A ortotolidina, ou OTO, é um teste frequentemente utilizado pelos clientes para avaliar os níveis de higienização de piscinas e hidromassagens, mas se tornou menos popular devido aos métodos mais precisos disponíveis atualmente. Não é possível obter uma leitura do cloro livre por meio deste método de teste, o que dificulta a medição da quantidade de cloro presente na água.</p>
<p>O teste com DPD (N, N-dietil-p-fenilenodiamina) também é utilizado para testar a higienização e possui a capacidade de analisar o cloro livre e o total. O teste com DPD pode ser realizado como um teste de gota colorimétrico, como a OTO, e comparado a um padrão de cores para a leitura. Ele também pode ser feito utilizando um método de teste titulométrico e, em alguns casos, com ajuda de um fotômetro. O teste colorimétrico com DPD é o método mais comum e com maior custo-benefício. A maioria dos blocos de cores de DPD medirá o cloro livre até cinco partes por milhão, mas pode não ser exato acima desse residual, a não ser que a amostra seja diluída. O branqueamento da cor pode ocorrer nesses testes quando a quantidade de cloro é de 10 a 15 ppm, podendo resultar em uma leitura incorreta de cloro zero, embora o residual esteja, na verdade, muito alto. Além disso, em leituras de pH elevado, a leitura de cloro também pode aparecer muito inferior à quantidade real. Outra consideração para testes com DPD é que o cloro combinado acima de 0,5 ppm pode interferir e provocar falsos resultados elevados no teste de cloro livre. Isso pode fazer com que o usuário não detecte o cloro combinado na água da piscina. A luz, o ambiente e a percepção humana influenciarão consideravelmente na leitura dos testes com OTO e DPD.</p>
<p>O teste de titulação com DPD, conhecido como FAS-DPD, utiliza um reagente de equilíbrio em vez da comparação de cores com padrões. Um indicador de cor é adicionado à amostra e um agente de titulação é acrescentado até que uma cor permanente mude, ou até que um ponto final seja alcançado. A quantidade de reagente de titulação necessária para a alteração da cor indica a quantidade de desinfetante presente na amostra. O FAS-DPD é mais preciso que o teste com DPD, seja em concentrações baixas ou elevadas de cloro. Ele pode medir o cloro livre até 20 ppm, ao contrário da limitação de 5 ppm do teste de gotas. No entanto, esteja ciente de que em todos os métodos de teste com DPD, a presença de<i>monopersulfato</i> de <i>potássio pode criar uma falsa leitura elevada ao analisar o cloro total.</i></p>
<p><i> </i></p>
<p><b><i>Equilíbrio de pH</i></b></p>
<p>A medição do pH também é uma peça muito importante no quebra-cabeça de equilíbrio da água. O meio mais comum de testar o pH da água de piscinas e hidromassagens é por meio do uso do vermelho de fenol. Este teste, semelhante ao teste com OTO, é um teste de gota colorimétrico que compara a intensidade da cor da amostra a padrões conhecidos. O vermelho de fenol é uma forma simples de indicação do pH e sua precisão é de 6,8 a 8,4 na escala de pH. Fora desse intervalo, o vermelho de fenol não obterá resultados precisos. Altos níveis de desinfetantes (cloro ou bromo) podem fazer com que a mostra fique roxo escuro quando o pH for superior a 6,6. Isso é frequentemente confundido com uma leitura de pH elevado, quando, na verdade, pode ser consideravelmente baixo. Adicionar um agente neutralizador de cloro resolverá esse problema. Medidores de pH também são uma opção. Tais medidores não são sujeitos a interferências e limitações, como o teste com vermelho de fenol, e podem ser calibrados diariamente e mantidos corretamente para garantir a precisão.</p>
<p>Para manter o nível correto de pH, deve-se também analisar e balancear a alcalinidade total. A quantidade de titulante utilizada para atingir o ponto final pode ser lida como a alcalinidade total. Os halogênios devem ser removidos, normalmente por meio de tiossulfato de sódio, antes do teste para obter a alcalinidade total. Em alguns casos, fotômetros também podem ser utilizados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Interferências comuns</b></p>
<p>Altos níveis de cloro, bem como a presença de biguanida, podem resultar em uma alteração de cor indesejada. Quando há interferência, o ponto final é amarelo ou verde, diferentemente das cores vermelho ou rosa comuns. Níveis elevados de cloro podem ser anulados pela adição de mais tiossulfato de sódio à amostra antes do teste.</p>
<p><b>Fonte: Revista Pool e SPA News.</b></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mantendo em dia a limpeza da areia do filtro.</title>
		<link>https://www.engevilpiscinas.com.br/mantendo-em-dia-limpeza-da-areia-filtro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin-engevil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2014 13:56:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.engevilpiscinas.com.br/?p=1922</guid>

					<description><![CDATA[O acúmulo de areia no fundo da piscina é um dos problemas mais frequentes que o proprietário enfrenta antes de recorrer a um serviço de manutenção.Esse problema é sinal de que há um mal funcionamento no filtro de areia ou, até mesmo, de que o equipamento está quebrado.Trata- se de uma situação que não deve ser prolongada, considerando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O acúmulo de areia no fundo da piscina é um dos problemas mais frequentes que o proprietário enfrenta antes de recorrer a um serviço de manutenção.Esse problema é sinal de que há um mal funcionamento no filtro de areia ou, até mesmo, de que o equipamento está quebrado.<span id="more-1922"></span>Trata- se de uma situação que não deve ser prolongada, considerando que o filtro desempenha papel fundamental na limpeza da piscina, separando as impurezas da água e contendo a proliferação de bactérias que podem causar infecções e irritações nos banhistas.</p>
<p style="text-align: left;">Como qualquer equipamento, deve ser utilizando seguindo determinados processos. O tempo de filtragem varia de acordo com o volume da piscina, entretanto, qualquer filtro deve ser limpo</p>
<p style="text-align: left;">periodicamente, através da função retrolavagem. Isso é o que garantirá uma longa vida ao depósito de areia, o responsável por reter a sujeira e os detritos presentes na água.</p>
<p style="text-align: left;">Quando feita com cuidado, a retrolavagem pode prolongar (e muito!) a vida útil da areia do filtro, que chega a atingir 10 anos.</p>
<p style="text-align: left;">Como funciona o filtro de areia?</p>
<p style="text-align: left;">O filtro de areia utiliza um sistema de limpeza que plagia um processo que acontece e se repete na própria natureza. A água passa pela areia do equipamento, que realiza o papel filtrante e retém todos os elementos sólidos que foram se acumulando na piscina. Trata-se de um mecanismo tão eficiente que chega a ser utilizado em algumas estações de tratamento de águas residuais, nesse caso, com areia de quartzo.</p>
<p style="text-align: left;">Para que o sistema funcione corretamente, uma bomba é usada para fazer a água entrar pela tubulação superior e sair pela inferior. Durante o recorrido, ela passa pela areia e outros elementos depuradores, capazes de separar os resíduos do fluido. O equipamento dispõe de um manômetro, que indica a pressão interna. A relação entre essa e a sujeira é direta: quanto maior a pressão, mais latente a necessidade de realizar uma limpeza do filtro.</p>
<p style="text-align: left;">Manutenção: periódica ou de urgência</p>
<p style="text-align: left;">Faz parte da manutenção básica do filtro de areia realizar, de forma periódica, a retrolavagem do mesmo. O recomendável é fazer a limpeza uma vez por semana, principalmente no verão ou em períodos de uso contínuo da piscina. Para isso, o primeiro passo é colocar a válvula na função retrolavagem, abrir os registros da linha de esgoto (se você tiver uma) e ligar a bomba. O filtro somente deve ser parado quando a água que passa pelo visor estiver clara.</p>
<p style="text-align: left;">O ciclo enxágue é o segundo passo a ser seguido. Nesse momento, se dará a eliminação das partículas residuais que ainda estão suspensas na água. O procedimento é simples: desligar a bomba, colocar a válvula na função enxaguar e ligar o sistema novamente.</p>
<p style="text-align: left;">O último passo é a filtragem, em que a função deve ser escolhida com os motores da bomba desligados. Terminado o processo, é preciso fechar o registro do esgoto. O resultado é uma água cristalina e sem qualquer resíduo. Mas lembre-se: o filtro elimina as impurezas da água, mas não tem efeito desinfetante. Tal função está reservada à ação de produtos químicos como o cloro.</p>
<p style="text-align: left;">Há casos, entretanto, que o processo de retrolavagem não é suficiente para garantir a limpeza da piscina, e normalmente é indicativo de problemas com a tubulação, a areia ou até mesmo com as válvulas do filtro. Nesse caso, o ideal é contar com a ajuda de empresas especializadas, como a ENGEVIL PISCINAS, capazes de fazer uma revisão do equipamento e determinar se é necessário substituição parcial ou total.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ILUMINAÇÃO DAS PISCINAS HOJE EM DIA</title>
		<link>https://www.engevilpiscinas.com.br/iluminacao-das-piscinas-hoje-em-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin-engevil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2014 15:06:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.engevilpiscinas.com.br/?p=1917</guid>

					<description><![CDATA[Hoje podemos contar com luminárias de LEDS, Cabos de FIBRA ÓTICA com Lâmpadas Halógena ou Vapores Metálicos instaladas a distância, e até dispositivos eletrônicos que comandam os refletores de LEDS e até os fazem mudar de cor, para melhor efeito visual. &#160; LEDS A diferença entre os refletores de Leds e as Lâmpadas dicroica é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje podemos contar com luminárias de LEDS, Cabos de FIBRA ÓTICA com Lâmpadas Halógena ou Vapores Metálicos instaladas a distância, e até dispositivos eletrônicos que comandam os refletores de LEDS <span id="more-1917"></span>e até os fazem mudar de cor, para melhor efeito visual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>LEDS</b></p>
<p>A diferença entre os refletores de Leds e as Lâmpadas dicroica é o consumo de energia.</p>
<p>As dicroica além de consumirem mais energia, também dissipam muito calor e tem um tempo de vida útil relativamente curto.</p>
<p>Já as luminárias com refletores de Leds tem uma duração entre 50.000 e 100.000 horas de vida, podendo permanecer em atividade durante anos de uso (segundo especialistas, podem permanecer durante 11 anos e meio ligadas 24 horas direto) e com tensão de alimentação inferior as dicroica.</p>
<p>Alguns tipos de Leds possuem a característica em mudar suas cores através de um comando eletrônico.</p>
<p>Foto 06</p>
<p>Titulo. “Iluminação de piscina usando LEDS”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lâmpadas halógenas dicroicas.</title>
		<link>https://www.engevilpiscinas.com.br/lampadas-halogenas-dicroicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin-engevil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2014 14:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.engevilpiscinas.com.br/?p=1912</guid>

					<description><![CDATA[Após muitos acidentes com as lâmpadas incandescentes de alta potência e alimentadas por tensão em 127 ou 220 volt, passou-se a utilizar lâmpadas tipos automotivas com alimentação em 12 volts através de transformadores, mas queimavam-se em muito pouco tempo, exigindo manutenção constante e gerando custo excessivo. Após um tempo passou-se a utilização de lâmpadas  halógenas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após muitos acidentes com as lâmpadas incandescentes de alta potência e alimentadas por tensão em 127 ou 220 volt, passou-se a utilizar lâmpadas tipos automotivas com alimentação em 12 volts <span id="more-1912"></span>através de transformadores, mas queimavam-se em muito pouco tempo, exigindo manutenção constante e gerando custo excessivo.</p>
<p>Após um tempo passou-se a utilização de lâmpadas  halógenas dicroicas também alimentadas com tensão muito baixa em 12 volts, devido ao SEU ALTO GRAU DE ILUMINAÇÃO, mas com um consumo também altíssimo e manutenção igual às anteriores.</p>
<p>Ainda hoje são utilizadas as lâmpadas DICROÍCAS com alimentação em tensão muito baixa (12 volts), para evitar choques em tensões normais de 127 ou 220 volts da alimentação elétrica residencial.<br />
Mesmo sendo muito baixa tensão, um curto circuito em seus condutores, pode provocar aquecimento em seu transformador e sua queima com possibilidade de um pequeno incêndio que pode se propagar e causar um grande incêndio de proporções não imaginado por exemplo.</p>
<p>Como nem sempre são obedecidas as normas e regulamentação para uma perfeita instalação e isolação desses condutores elétricos e seus acessórios, é necessária sempre a procura de um profissional qualificado tecnicamente para a execução desse serviço sem riscos futuros de acidentes.</p>
<p><b>INSTALAÇÃO ELETRICA RESPONSAVEL</b></p>
<p>Cabem aos responsáveis técnicos por essas instalações, a consulta e o estudo das normas, em especial a NBR 5410 (Instalações elétricas de baixa tensão).</p>
<p>A NBR 13570 (Instalações em locais de afluência de público- requisitos específicos), a NBR IEC 60529 (Grau de proteção para invólucros de equipamentos elétricos – código IP) e a norma IEC 60598-2-18 (Luminárias para piscinas e instalações similares), para que o serviço seja executado dentro dos padrões de segurança, evitando acidentes elétricos e com baixo custo.</p>
<p>Com a tecnologia avançada e atual, melhorou enormemente a taxa de iluminação e ornamentação, e diminuiu muito os acidentes fatais.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ILUMINAÇÃO EM PISCINAS</title>
		<link>https://www.engevilpiscinas.com.br/iluminacao-em-piscinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin-engevil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2014 14:24:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.engevilpiscinas.com.br/?p=1901</guid>

					<description><![CDATA[De acordo com o conhecimento da maioria das pessoas, a ÁGUA não combina com a ELETRICIDADE. “ELA É UM ÓTIMO CONDUTOR ELÉTRICO” Portanto onde existe água deve-se evitar que sejam ligados quaisquer Equipamentos Elétricos em sua proximidade ou mesmo junto dela, sob o risco de haver contato físico com fios ou mecanismos elétricos, estando o piso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o conhecimento da maioria das pessoas, a ÁGUA não combina com a ELETRICIDADE. “ELA É UM ÓTIMO CONDUTOR ELÉTRICO”</p>
<p>Portanto onde existe água deve-se evitar que sejam <span id="more-1901"></span>ligados quaisquer Equipamentos Elétricos em sua proximidade ou mesmo junto dela, sob o risco de haver contato físico com fios ou mecanismos elétricos, estando o piso molhado, ocasionando choques às vezes fatais em pessoas e animais.</p>
<p>Portanto todo cuidado deve ser tomado quando se trata de <b>PISCINAS</b> ou Tanques de Água em que seja preciso utilizar algum tipo de Equipamento Elétrico ou Iluminação.</p>
<p>A instalação de iluminação em piscinas deveria ser evitada, mas é quase impossível evitar essa prática, pois ela foi difundida de tal maneira que se tornou habitual e corriqueira, quase uma obrigação, mas também muito perigosa se não forem cumpridos certos requisitos técnicos básicos para esse tipo de iluminação e ornamentação visual.</p>
<p>Atualmente é muito utilizado em Piscinas, iluminação noturna para que seja possível a utilização da mesma para a pratica de natação ou mesmo banhos noturnos em caso de temperatura alta ou simples reuniões de pessoas para diversos tipos de comemorações ao seu redor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>ILUMINAÇÃO DAS PISCINAS MAIS ANTIGAS</b></p>
<p>Anteriormente as novas tecnologias, eram utilizadas para iluminação interior de Piscinas, lâmpadas incandescentes de alta potência em invólucros a prova d’água ou quase, pois acontecia de vazar para o interior desses invólucros a água quando se reenchia a piscina, após serem trocadas as lâmpadas por motivo de queima ou até quando eram limpos seus espelhos externos para melhor iluminação, sem a devida técnica de fechamento correto de seus invólucros.</p>
<p><a href="http://www.engevilpiscinas.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Piscina-iluminada.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1907" alt="Piscina-iluminada" src="http://www.engevilpiscinas.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Piscina-iluminada.png" width="604" height="306" srcset="https://www.engevilpiscinas.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Piscina-iluminada.png 604w, https://www.engevilpiscinas.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Piscina-iluminada-300x151.png 300w" sizes="(max-width: 604px) 100vw, 604px" /></a></p>
<p>Também seus condutores elétricos não eram devidamente isolados e acontecia de ficarem expostos ao tempo, ocasionando curtos circuitos e contatos acidentais pelas pessoas que estavam em sua proximidade, causando choques e assustando todos ao redor.</p>
<p>A instalação desses equipamentos era executada na maioria das vezes por pessoas não habilitadas e sem nenhuma experiência em sistemas elétricos, que desconheciam completamente as normas de segurança e padrões de instalação elétrica.<br />
Também eram utilizados equipamentos não apropriados para tal, sem a devida isolação contra vazamentos ou a degradação das borrachas de vedação, e frágeis quanto a impactos diretos, tais quais pancadas com equipamentos manuais de limpeza e conservação no interior das piscinas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
